19/04/2015

Resenha: Battlefield 3: O Russo - Andy McNab e Peter Grimsdale

Título: Battlefield 3
Autor: Andy McNab e Peter Grimsdale
Editora: Galera Record
Páginas: 350
Sinopse: Em Battlefield 3: O Russo, os caminhos de Dima Mayaskovsky e do sargento americano Blackburn se cruzam na missão de salvar Nova York e Paris da perigosa ameaça de explosões nucleares. Baseado na franquia Battlefield, o romance recria a aventura e ação do game, ao mesmo tempo em que mergulha na mente de personagens já conhecidos. E tece suas motivações, passado, sonhos, segredos e lealdades.










Tenho que confessar que eu queria esse livro porque eu achava a capa bonita hahaha Acreditem ou não eu nunca joguei vídeo-game, a não ser aqueles bem antigos em que a gente soprava a fita pra funcionar, e mesmo assim eu só jogava Super Mario. Eu sei o que vocês estão pensando "em que mundo essa garota vive?", mas é a pura realidade amigos, eu nunca me interessei em pedir um vídeo-game pra minha mãe e meus conhecimentos sobre jogos se resumem a CrossFire no PC. Então como vocês já devem imaginar eu nunca joguei BF3. Já vi alguns vídeos de gamers no youtube, mas nunca soube realmente o propósito do jogo. Mas nem por isso minha experiência com o livro foi ruim :D


Battlefield 3- O Russo é um complemento a história do jogo. No livro somos apresentados a Dima Mayakovsky, ex-agente da GRU (Inteligência militar russa). Aposentado, ele esta no meio de um serviço como mercenário até que seus superiores o chamam de volta para uma última missão: ir ao Irã resgatar um negociante de armas, que se encontra nas mãos da PLR (grupo terrorista do jogo). Com uma equipe escolhida a dedo, incluindo seus amigos Kroll e Vladimir, Dima parte em missão, mas o que era pra ser um resgate rápido e todo planejado, começa a dar errado graças a um ataque que Dima não sabe de onde veio. A partir de então ele passa a contar somente consigo mesmo e seus parceiros pra sobreviver e se vê tendo que impedir o que pode ser a Terceira Guerra Mundial.


Ao mesmo tempo que acompanhamos Dima também conhecemos Henry Blackburn, sargento dos fuzileiros navais americanos, que se encontra em missão no Irã para acabar com a PLR. Black, como é conhecido, se alistou no exército para tentar compreender as coisas pelas quais seu pai tinha passado quando serviu, mas mal podia imaginar que ele mesmo veria coisas que o atormentariam para sempre.
No meio de tiroteios, armações e brigas, os caminhos de Blackburn e Dima se cruzam e os dois passam, cada um a sua maneira e se ajudando como podem, a tentar impedir um atentado terrorista a Paris e a Nova York.


Como disse, não sei como é a história no jogo mas no livro ela é incrível! Eu demorei um pouco pra ler, dei uma empacada nas primeiras páginas pois não estava acostumada com esse tipo de história mas depois que peguei o jeito, a leitura fluiu de uma maneira muito boa. 
 A narrativa é ágil, com os detalhes necessários e ação a todo momento. Dima e Blackburn não tem um momento de calma durante a história. Os personagens são muito bem caracterizados, Dima é extremamente inteligente, corajoso, esperto e com certeza foi meu personagem preferido durante a leitura. Blackburn é um rapaz novo mas inteligente e com muita fibra.

Quanto a edição eu particularmente gosto muito da ilustração da capa. As folhas são brancas mas as letras estão em bom tamanho, a capa não tem orelhas e encontrei poucos erros na revisão. No final ainda há um pequeno glossário com alguns nomes e siglas usados no decorrer do livro.


Se você assim como eu nunca jogou BF3, não se preocupe, não é necessário ter jogado pra entender esse livro, mas já adianto que quando chegar no final há grandes chances de você ficar morrendo de vontade de ir comprar o jogo rs. Quem gosta de guerra e de muito ação com certeza vai gostar desse livro. Super recomendo.





12 comentários:

  1. Olá, Nathalia.
    Fiquei feliz em saber que você gostou da obra. Se você que não é acostumada com games gostou da obra, a chance de eu curtir é bem maior. Só isso já me anima.
    A premissa é boa e aparentemente foi bem desenvolvida. Uma pena os pequenos errinhos, mas isso acontece. E se forem poucos mesmo, não atrapalha a leitura.

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  2. Ao contrário de você, eu adoro vídeo game, tanto que eu já tive Nintendo, Play 1 e Play 2 hahaah Confesso que nunca vi esse jogo o.O Se eu vi, não lembro! Pelo fato do livro se tratar de guerra, consequentemente, ele é cheio de ação, e isso acaba deixando o leitor empolgado para a leitura. O livro parece ser ótimo, mas como eu nunca vi ou joguei o jogo, fico na dúvida se vale a pena ou não. Adorei a resenha!

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  3. Oi Nath!

    Tbm queria ler este livro por causa da capa, mas aí, meu marido comprou o jogo, aí eu tentei jogar e não deu certo! kkkkkk
    Desisti de ler o livro em seguida... mas gostei da sua resenha, quem sabe um dia??? *o* rsrsrsrrs

    Bjo bjo^^

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  4. Também nunca me interessei muito por vídeo games, então é óbvio que também nunca joguei Battlefield. Mas que bom não precisar ter jogado pra entender a história. Amo isso de guerras, missões, resgates e tudo o mais.
    A capa é muito bonita mesmo.
    Ótima resenha! Abraço, Nath!!

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  5. Na minha infância era bem raro jogar videogame e hoje fujo de livros que são baseados em jogos (ou livros que viraram jogos), mesmo que eu goste da ação presente. Ao menos é bom saber que a história é incrível, pois caso um dia eu dê chance a esse tipo de livro, posso começar por ele.

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  6. Olá Nath, que bom ler uma opinião sobre esse livro, estou "tentando" incentivar o meu namorado a ler, porque ele faz faculdade de Sistemas de informação, então fica o dia todo e a noite toda no computador e só, ele joga muito (CS e PS4) então o jeito que eu encontrei é dar livros e hqs de jogos. Ele comprou o novo jogo do mortal kombat e eu dei o HQ inspirado no jogo para ele ler, é em ingles, mas o que vale é a leitura!!
    Vou colocar esse na lista de proximas leituras para presentear ele!!
    Abraços
    www.estantedepapel.com

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  7. É legal ver tais jogos virando livros, isso faz a gente conhecer um pouco mais sobre ele.
    Mas nunca joguei esse jogo aí e nem tenho muita vontade também :p

    Beijos

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  8. Oie! Só eu não sabia que o jogo tinha ganhado adaptação literária? '-'

    Eu não curto muito esse jogo não, gostei bastante da resenha, mas não lerei. Acho que não saberei aproveitar a leitura já que não gosto do jogo :/

    Bjs!

    P. S. Tá, a capa é mesmo linda, haha! ♡

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  9. Acho muito legal essa coisa de pegar jogos e transformarem em livros, de verdade. Ainda tenho vontade de ler need for Speed, parece ser ótimo. Já esse eu não me interessei muito, por motivos de nunca joguei. Mas achei bastante interessante a sua resenha, quem sabe eu não jogo primeiro e me jogo no livro depois?

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  10. Apesar de gostar muito de games e de já ter ouvido comentários super positivos sobre BF, nunca me atrevi realmente a experimentar, porque esse não é meu tipo ideal de jogo. Mas acho super interessante a proposta de trazer a trama do game para um livro. Hoje em dia elas são realmente muito bem boladas, tanto é que dão ótimas histórias. Eu, como fã, adoro a ideia!

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  11. Natália!
    durante muito tempo joguei vídeo game, mas andava ficando viciada e não fazia mais nada, daí acabei cortando de vez da minha vida e não conhecia o jogo.
    Agora o livro achei muito bom, e trazer um jogo para um livro é uma ideia que muito me agrada, principalmente se envolve guerras.
    rudynalva@yahoo.com.br

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  12. Pera, o que é CrossFire? huahauhua Não sou muito diferente de você, sou das antigas nos games, meus joguinhos preferidos eram Super Mario, Donkey Kong e Sonic, ou seja quase todos que já joguei, tava me esquecendo de Aladin. Hoje em dia meus conhecimentos qto a josgos se resumem a Pet Rescue e Candy Crush (evolução tremenda não?). Enquanto lia a resenha fiquei imaginando aqueles movimentos estranhos dos jogos que meu primo adora, não sei explicar ele direito mas parece meio mecânico, imagina lendo o livro kkkkkkkkkkkk. Bom, não sei Nath, entendi que você acabou se adaptando e gostando do livro, mas eu confesso que tenho certo preconceito de livros que veem de filmes ou games, aceito o inverso, mas não o reverso.Mas quem sabe um dia!

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